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Torcedores do Botafogo em festa!

18/04/2011

A torcida do Botafogo está tendo uma maravilhosa manhã de segunda! Sol, calor na Cidade Maravilhosa e vitória do time com uma incrível eliminação na Taça Rio. Não, não escrevi errado! A torcida que ama vaiar o Fogão no Engenhão está rindo de uma orelha a outra – mereceu até essa rima ridícula! O Botafogo venceu o America, jogou bem, dominou o adversário e mesmo assim está fora da briga pelo Campeonato Carioca. Não era isso que o torcedor queria? Joel Santana tinha a meta de conquistar mais esse campeonato e ficar marcado na história como o definitivo “Rei do Rio”, mas os alvinegros implicaram com o treinador – até com alguma razão – e minaram o trabalho até o fim.

“Queremos a Libertadores! Queremos o Mundial de Clubes da Fifa!” Ah, esse é o sonho de dez entre dez torcedores alvinegros, e claro, é o meu, mas como vencer tudo isso sem ter a capacidade de se classificar na pequena e insignificante Taça Rio? Como vencer a Taça Libertadores de America sem conseguir vencer sequer uma Taça Guanabara? Sonhar é bom, mas conquistar o que é possível é melhor ainda! O clube não tem dinheiro e estrutura para contratar craques como Ronaldinho Gaúcho, Diego Forlán ou Luis Fabiano. A diretoria acertou ao repatriar Maicosuel e ao apostar em Jobson. Reafirmo com convicção: Maurício Assumpção fez a escolha certa!

Estilo Lucio Flavio! Lucas cobrou falta com categoria! Ufa, finalmente alguém!

O mundo do “E se…” só existe nos quadrinhos da Marvel Comics e no reino da especulação, mas com Maicosuel em campo e Jobson com a cabeça no lugar, penso que a conquista do Bicampeonato Carioca aconteceria de maneira natural e seríamos hoje apontados como candidatos ao título da Copa do Brasil. A atual situação da equipe, novo treinador e com muitos desfalques, praticamente vaticinou o fim do primeiro semestre para o futebol alvinegro. É possível vencer o Avaí, quarta, na Ressacada, e passar para a próxima fase da competição, esse é um resultado possível. Mas devemos avaliar que um empate, ou uma derrota, também são resultados possíveis e não seria nem um pouco surpreendente.

O próximo jogo do alvinegro aconteceria apenas no dia 22 de maio, na estreia do BR-11, contra o Palmeiras, ou seja, um mês inteiro sem realizar uma partida oficial! Seria um mês longe dos torcedores, mas a famosa desculpa da “falta de ritmo de jogo” apareceria de cara, na primeira entrevista em caso de derrota para o time de Felipão. Caio Júnior precisa de tempo para treinar, é justo, mas vai ficar treinando bola parada e fazendo coletivozinho o mês todo? Hoje a diretoria decide de participa ou não do Troféu Carlos Alberto Torres que reúne as equipes classificadas em 3º e 4º lugar na Taça Rio. Como assim? O Botafogo cogita desistir de jogar uma competição oficial para ficar batendo bola em General Severiano?

Título é título! Troféu é troféu! Tem que entrar para ganhar! Tem que entrar com disposição e conquistar essa taça e colocar lá na sede, exposta junto com as outras eternas conquistas alvinegras! Não se foge da luta! Não podemos abrir mão de escrever a nossa própria história! Caio Júnior poderá experimentar e mexer na equipe ao mesmo tempo em que pode levar a primeira taça para a prateleira! O Botafogo não deve desistir de competir, de vencer e não pode se recusar a entrar em campo com a gloriosa camisa alvinegra!

Vamos, FOGO!

Loco Abreu não joga a toalha! Esse é o espírito! Assim é que tem que ser!

Ficha Técnica:

Taça Rio – 8ª Rodada: America 1 X 3 Botafogo (17/04/2011)

America: Paulo Wanzeler; Michel, Alan, Arcelino e Assis; Léo Oliveira (Emerson), Leandro, Bruno Reis e Paulo Roberto; Guilherme (Ruy) e Wellington

Técnico: Marcelo Buarque

Botafogo: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, João Filipe e Guilherme (Lucas Zen); Arévalo Ríos, Somália, Cidinho e Everton (Bruno Tiago); Herrera e Loco Abreu (Caio)

Técnico: Caio Júnior

Gols do Botafogo: Lucas, aos 13 minutos iniciais, Loco Abreu, aos 10 do segundo tempo, e novamente Lucas, aos 36 minutos da etapa final

Gol do America: Bruno Reis, aos 45 minutos do segundo tempo

Local: São Januário (RJ)

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá

Cartão Amarelo: Guilherme (Botafogo) e Alan, Bruno Reis, Leandro e Michel (America)

Cartão Vermelho: Ruy (America)

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Ainda o Campeão da Taça Rio!!!

12/04/2011

A derrota deste domingo para o time da Gávea pode ser considerado um resultado de jogo e não será determinante em caso de uma não-classificação para as semifinais da Taça Rio. O que custará uma possível eliminação não será uma derrota, e sim um empate – ou dois empates. O Botafogo perdeu os dois clássicos que disputou no returno, Vasco e Flamengo, mas a perda de pontos para equipes pequenas é que pesará na hora da definição.

Erro de marcação! É para rir? Jefferson não acredita na bobeada de Somália!

O empate em 0 a 0 com o Boavista até poderia ser considerado um bom resultado, já que o time tinha dez desfalques, mas jogamos melhor, tivemos oportunidades e, mesmo com os reservas, era possível ficar com os três pontos. Outro resultado catastrófico aconteceu diante do limitado Resende, na rodada passada, com o elenco completo e muitos gols pedidos! São esses quatro pontos que estão atravancando a classificação botafoguense para a próxima fase da Taça Rio.

Ricardinho, Marcinho, Andrezinho… Só isso? Apostar em jogadores velhos, que brilharam no passado e que agora só aparecem vez ou outra. Ricardinho recebia uma baba no Atlético-MG e arrumou confusão com três técnicos diferentes até ser demitido! Marcinho está passeando no Mundo Árabe de onde os jogadores sempre chegam fora de forma e demoram meses para conseguir entrar em campo.

Caio Jr. está reestruturando a equipe, mas ainda falta um camisa 10!

Das possíveis contratações a mais interessante é a de Andrezinho, reserva de luxo no Internacional, que pode atuar como meia de ligação e ainda tem a vantagem das excelentes cobranças de falta. Sim, podem reclamar, mas desde a saída de Lucio Flavio para o futebol mexicano que não temos eficiência na bola parada!

O Vasco vai bem na Copa do Brasil e já está na semifinal da Taça Rio; o Flamengo já levantou a Taça Guanabara, luta pela Taça Rio e deve ter vida fácil na Copa do Brasil até a semifinal; o Fluminense está classificado para as semifinais no Carioca, mas sonha mesmo com um milagre na Libertadores e o Botafogo se recuperou na Copa do Brasil e depende do Vasco para chegar até o mata-mata da Taça Rio. O futebol carioca parece ter reencontrado o bom caminho e as partidas da próxima semana devem garantir emoções fortes aos torcedores!

Vamos, FOGO!

O time partiu em busca do empate e cedeu muitos espaços na defesa!

Ficha Técnica:

Taça Rio – 7ª Rodada: Botafogo 0 x 2 Flamengo (10/04/2011)

Botafogo: Jefferson, Alessandro, João Filipe, Antônio Carlos e Somália (Guilherme); Marcelo Mattos, Arévalo Ríos, Bruno Tiago (Lucas) e Everton (Caio); Herrera e Loco Abreu

Técnico: Caio Júnior

Flamengo: Felipe, Léo Moura, Welinton, David Braz e Rodrigo Alvim; Maldonado, Willians (Fierro), Renato Abreu e Thiago Neves; Ronaldinho e Deivid (Diego Maurício)

Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Gols do Flamengo: Thiago Neves (2)

Local: Engenhão (RJ) / Público: 21.422 presentes / Renda: R$ 487.905,00

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães

Cartão Amarelo: Willians, Wellinton, Maldonado, David Braz, Ronaldinho Gaúcho e Felipe (Flamengo). Somália, Everton, Arévalo Ríos, João Filipe, Herrera, Loco Abreu, Antônio Carlos e Caio (Botafogo)

“SOB NOVA DIREÇÃO”

26/03/2011

O Boavista entrou como grande favorito para o jogo deste sábado à noite. Não, não é demais afirmar que o Botafogo, com dez desfalques, pensava apenas em não perder para o vice-campeão da Taça Guanabara. Sem jogador, sem treinador, sem entrosamento e com derrota… Esse era o roteiro que o torcedor alvinegro dava como certo diante da equipe de Alfredo Sampaio, mas misteriosamente não foi isso que aconteceu, para surpresa geral de comentaristas e corneteiros! O Boavista não jogou como Boavista, jogou apenas como um time pequeno do Campeonato Carioca e o dito Misto-Frio do Fogão por pouco não arrancou os três pontos e reassumiu a liderança do Grupo B.

Renan, Alessandro, Antonio Carlos, Márcio Rosário e Márcio Azevedo; Fahel, Marcelo Mattos, Somália e Fabrício; Caio e Willian. Esses foram os onze escolhidos pelo comando técnico alvinegro para iniciar a partida. Sim, o Botafogo entrou em campo no 4-4-2 e com dois homens mais avançados – tudo bem que um deles era o Somália… fazer o quê? E essa equipe fez um bom primeiro tempo, prendeu o Boavista na defesa e não sofreu pressão por parte da torcida que aguardou pacientemente o fim do jogo para protestar.

Arisco, Caio consegue se livrar dos zagueiros, mas sempre é derrubado...

É fato que o Caio Jr. terá muito trabalho pela frente, mas ao menos não iniciou seu ciclo no Botafogo com derrota. Dois problemas podem ser apontados com as observações feitas nesta partida e o primeiro será arrumar alguém para bater faltas e escanteios, Alessandro e Márcio Azevedo não podem continuar nessa missão. Caio Jr., o Harry Potter brasileiro, terá que fazer o Caio, atacante e xará, soltar a bola para outros jogadores com o uniforme igual ao dele.

O garoto produziu bem, driblou, correu, ajudou na marcação, chutou a gol e criou as melhores oportunidades do jogo, mas também prendeu a bola, matou contra-ataques, cansou de cair ao menor contato com o adversário e nunca, nunca tocava uma bola boa para um companheiro, sempre tocava como última opção.

Falta? Caio é derrubado mais uma vez e o juiz manda a pelota seguir!

A conta de erros do Márcio Azevedo já chegou ao limite e arrisco sentir saudades do Marcelo Cordeiro. Manter o lateral até o fim da partida foi uma clara decisão política para evitar as estrondosas vaias que certamente recairiam sobre o camisa 6. O Fabrício jogou bem enquanto teve pernas e ficou evidente que o Joel teve medo de escalá-lo ao lado do Everton nos jogos decisivos! O cara é destro e o Everton é canhoto! Qual o segredo? Porque improvisar o Somália como armador?

Não sei quem coordenou as substituições no banco de reservas, mas elas foram precipitadas e desestruturaram uma equipe já carente de conjunto. O Fabrício não se agüentava em pé e deveria ter saído, mas o certo seria recuar o Caio para puxar as jogadas pela direita ou colocar um meia-armador dos juniores.

Finalmente escalado, Fabrício jogou bem enquanto teve pernas...

A saída do Willian, que estava bem, fez o time perder uma boa presença de área e a entrada do Guilherme flutuando entre a esquerda e o meio não funcionou. Claro que esses problemas serão resolvidos com a volta dos titulares, mas não acertar em substituições simples já me parece motivo de preocupação.

O empate que era apontado como um bom resultado antes da bola rolar agora apareceu como castigo. Marcelo Mattos e Antonio Carlos deram segurança ao setor defensivo e Renan fez duas belas defesas na etapa final. Bem, a torcida fica com a vontade de ver o grupo completo jogando com a placa: “SOB NOVA DIREÇÃO”.

Antonio Carlos foi decisivo no resultado ao evitar gol do Boavista!

Vamos, FOGO!

Ficha Técnica:

5ª Rodada da Taça Rio: Boavista 0 x 0 Botafogo (26/03/2011)

Boavista: Thiago, Everton Silva, Gustavo, Bruno Costa e Paulo Rodrigues (Roberto Lopes); Julio César, Joílson, Leandro Chaves (Raphael Augusto) e Erick Flores (Fábio Fidélis); Max e André Luís

Técnico: Alfredo Sampaio

Botafogo: Renan, Alessandro, Antonio Carlos, Márcio Rosário e Márcio Azevedo; Fahel, Marcelo Mattos, Somália e Fabrício (Guilherme); Caio (Cidinho) e Willian (Jairo)

Técnico: Flávio Tenius

Local: Moacyrzão (RJ) / Público: 2.108 presentes / Renda: R$ 18.870,00

Árbitro: William de Souza Nery

Cartão Amarelo: André Luís, Paulo Rodrigues e Max (Boavista). Fahel e Antônio Carlos (Botafogo)

Vontade, determinação e atitude!

12/03/2011

O Botafogo foi para o vestiário no intervalo recebendo os aplausos da torcida e, na mesma partida, o Botafogo deixou o campo, ao fim do segundo tempo, também sob aplausos da exigente torcida botafoguense. Parece sonho? Foi verdade? Sim, foi verdade e aconteceu pela primeira vez em 2011, na 3ª rodada da Taça Rio, diante do perigoso Americano de Campos. E o que mudou no time que irritava a torcida dias atrás? Atitude, vontade, determinação e coragem! Foi assim que a equipe jogou nesta noite de sábado!

Joel Santana atribuía o péssimo rendimento do time ao início de ano, ao início de temporada, ao início de campeonato, ao início de etc., etc., etc. Pode ser que em alguns jogos o forte calor carioca tenha realmente atrapalhado a evolução do Botafogo, mas perder para o River Plate do Sergipe é impossível! Empatar com Bangu, Macaé e deixar a liderança de bandeja para o Fluminense foi ridículo! A perda da Taça Guanabara não representa apenas um título a menos em General Severiano, representa ter que enfrentar o time da Gávea na final e ter que vencer a Taça Rio. E foi com esse espírito que os jogadores alvinegros pisaram no gramado do Engenhão hoje!

Os três volantes alvinegros tiveram atuação segura neste sábado.

O esquema com três zagueiros parece que foi abolido de vez, mas é preciso lembrar que Joel não conta com mais zagueiros no elenco e que Antônio Carlos estava machucado, mesmo assim é algo a ser comemorado. No 4-4-2, a equipe fica mais ofensiva e sem perder o poder de marcação. Lucas e Márcio Azevedo chegaram bem ao ataque, Arévalo, Rodrigo Mancha e Somália deram o combate no meio e ainda cobriram as subidas dos laterais. Na frente, Everton, o novo camisa 10, fez um bom e animador primeiro tempo e a dupla Mercosul deu conta do recado.

O “filho preferido do papai” não estava bem até acertar um lindo passe para Loco Abreu fazer o segundo gol do Botafogo e o oitavo dele no campeonato. O uruguaio foi até o Somália e fez questão de agradecer ao jogador pelo excelente lançamento. O posicionamento pode ter atrapalhado. Não entendi a razão do Somália, destro, cair pela esquerda e o Everton, canhoto, cair pela direita… Não entendi mesmo. Será que o Joel acha que eles têm algo em comum com o Sneijder ou com o Robben?

Quando tudo parece funcionar não custa arriscar, certo? João Filipe se aventurou no ataque com a famosa arrancada, ganhou o escanteio e na sequência fez um belo gol, com muita categoria! Fogoooo! Aplausos e alegria no Engenhão. Para fechar a goleada só faltava um gol com bola rolando para o Herrera e ele aconteceu após bela enfiada de Lucas. Botafogo líder, jogando bem, com goleada e gols dos homens de frente! Joel acertou nas substituições e foi feliz na escalação. É hora de pensar em vencer o clássico contra o Vasco e carimbar de vez a vaga nas semifinais da Taça Rio.

Vamos, FOGO!

Vibração! O zagueiro João Filipe jogou bem e ainda anotou um belo gol!

Ficha Técnica:

3ª Rodada: Botafogo 4 x 0 Americano (12/03/2011)

Botafogo: Jefferson, Lucas (Alessandro), João Filipe, Márcio Rosário e Márcio Azevedo (Guilherme); Rodrigo Mancha, Arévalo, Somália (Caio) e Everton; Herrera e Loco Abreu

Técnico: Joel Santana

Americano: Jefferson, Ayrton (Felipe), Élson, Gustavo Breda e Carlos Alberto; Índio (Renan), Marciel, Flavio Medina, Gustavinho e Éberson; Diego (Léo Santos)

Técnico: Toninho Andrade

Gols do Botafogo: Herrera, aos 14, e Loco Abreu, aos 27 iniciais. João Filipe, aos cinco, e novamente Herrera, aos 25 da segunda etapa

Local: Engenhão (RJ) / Público: 2.946 pagantes / Renda: R$ 70.870,00

Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro

Cartão Amarelo: Somália (Botafogo), Ayrton e Carlos Alberto (Americano)

A vaca quase foi pro brejo!

09/03/2011

O Botafogo de Joel Santana é líder do Grupo B da Taça Rio com seis pontos conquistados em duas vitórias, mas segue jogando mal. O time bateu o Nova Iguaçu nesta Quarta-feira de Cinzas pelo placar mínimo e deixou o campo vaiado pela torcida. Joel inventou, errou e teve sorte de não sofrer o empate no fim do jogo. É visível que o comandante alvinegro não comanda mais nada e que a equipe parece um bando desordenado. O pouco das jogadas ensaiadas pelo ex-treinador Cuca que ainda eram utilizadas se perdeu com a saída de Lucio Flavio e agora não resta ao Botafogo nem mesmo a famosa bola levantada na área.

A Copa do Brasil é caminho mais curto para a Libertadores e se tornou uma obsessão da diretoria botafoguense, mas sem um time guerreiro, com variações de jogadas, muita marcação e planejamento é quase inviável pensar que esse grupo irá levantar o caneco e colocar o Botafogo novamente na maior competição da América. Lamentavelmente iremos brigar para vencer a Taça Rio e enfrentar o time da moda outra vez na final do Estadual. Estadual. O Glorioso virou um time estadual.

Everton comemora o primeiro gol com a camisa alvinegra!

Vamos, FOGO!

Ficha Técnica:

Taça Rio

2ª Rodada: Nova Iguaçu 0 x 1 Botafogo (09/03/2011)

Nova Iguaçu: Diogo, Paulo Henrique (Mossoró), Leonardo Luiz, Alex e Cortês; Amaral (Lukian), Luan, Marquinhos (Wallace) e Dieguinho; Maycon e William

Técnico: Josué Teixeira

Botafogo: Jefferson, Lucas (Alessandro), João Filipe (Caio), Márcio Rosário e Márcio Azevedo; Rodrigo Mancha, Arévalo, Bruno e Everton (Guilherme); Herrera e Loco Abreu

Técnico: Joel Santana

Gol do Botafogo: Everton, aos 10 minutos iniciais

Local: Raulino de Oliveira (RJ) / Público: 2.984 presentes / Renda: R$ 34.930,00

Árbitro: Carlos Eduardo Nunes Braga

Cartão Amarelo: Alex, Amaral (Nova Iguaçu); Everton, Márcio Azevedo, Alessandro, Jefferson, Herrera, Márcio Rosário (Botafogo)

Cartão Vermelho: Alex (Nova Iguaçu)

Vendido! Renato Cajá não teve tempo nem para despedidas!

1ª Rodada: Botafogo 4 x 2 Volta Redonda (05/03/2011)

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Márcio Azevedo; Rodrigo Mancha, Bruno, Everton (Arévalo Ríos) e Renato Cajá (Alex); Caio (Fabrício) e Herrera

Técnico: Joel Santana

Volta Redonda: Mauro; Serginho, Padovani, Ávalos e Fabinho (Tiago Costa); Jonílson, Léo Gonçalves, Jhonattann e Gláuber; Jean (Bruno Lança) e Pedro Henrique (Arthur)

Técnico: Dario Lourenço

Gols do Botafogo: Herrera, aos quatro, e Caio, aos 19 minutos da etapa inicial. Rodrigo Mancha, aos 57 segundos, e Alex, aos 11 minutos do segundo tempo

Gols do Volta Redonda: Jhonattann, aos 22, e Ávalos, aos 41 iniciais

Local: Engenhão (RJ) / Público: 3.219 presentes / Renda: R$ 67.700,00

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá

Cartão Amarelo: Márcio Azevedo, Rodrigo Mancha, Everton e Caio (Botafogo), Jonílson e Jhonattann (Volta Redonda)

Cartão Vermelho: Léo Gonçalves e Gláuber (Volta Redonda)

Não precisa ser assim!

20/01/2011

“Todos os times tratam a bola melhor do que o nosso time. Todos já sabem como nós jogamos, não tem surpresa. No ano passado tudo bem, mas esse ano de novo: jogar só se defendendo, correndo atrás da bola. Não precisa ser assim!” A declaração de Loco Abreu, após a estreia do Botafogo no Campeonato Carioca pode causar certo constrangimento entre o ídolo e o treinador Joel Santana, mas não deixa de ser verdadeira.

O primeiro tempo do time da Estrela Solitária foi terrível. A equipe, escalada com três zagueiros, no tradicional 3-5-2 do Papai Joel, foi presa fácil para o poderoso Duque de Caxias. O pênalti não existiu e nunca seria marcado contra o time da Lagoa, mas levar sufoco do modesto dublê de tricolor, em pleno Engenhão, não estava nos planos.

A zaga ficou exposta, pois Marcelo Mattos foi obrigado a sair para armar as ações ofensivas e Renato Cajá sentiu na pele o sofrimento de Lucio Flavio ao tentar, sozinho, levar o time ao ataque. Sem outro meia ofensivo para dividir as atenções, o novo camisa 10 alvinegro não conseguiu render o esperado e parou na óbvia marcação proposta por Arthur Bernardes.

3-5-2 não funciona e Joel quase tem uma parada cardíaca no Engenhão!

Joel Santana consertou a escalação errada na segunda etapa com as entradas de Alex, no lugar do zagueiro João Filipe, e Bruno, na vaga de Guilherme, reposicionando o Somália para a lateral-esquerda e recolocando o time no tradicionalíssimo 4-4-2. Com a mudança o Botafogo parou de marcar o Duque de Caxias, passou a controlar o meio de campo e assim dominar o jogo. O empate veio na base do abafa e da garra. Loco Abreu cobrou o penal com emoção – a bola tocou no travessão antes de entrar – e fez acender a esperança da virada.

A virada aconteceu com toques de categoria entre Alex, que entrou muito bem na partida, Loco Abreu, fazendo o pivô, e Renato Cajá que enfiou uma bola perfeita para Caio fuzilar o goleiro Erivelton. Goooool do Botafogo e três pontos na tabela. No fim do jogo, de cabeça quente e irritado, possivelmente com as vaias que recebeu da ridícula torcida alvinegra, Loco Abreu mostrou toda a insatisfação com o esquema de jogo proposto por Joel Santana. É, pelo jeito 2011 começou quente em General Severiano!

A volta do Talismã! Caio faz um golaço e garante a virada do Fogão!

Ficha Técnica:

1ª Rodada: Botafogo 2 x 1 Duque de Caxias (20/01/2011)

Botafogo: Jefferson, João Filipe (Alex), Antônio Carlos e Márcio Rosário; Lucas, Marcelo Mattos, Somália (Alessandro), Renato Cajá e Guilherme (Bruno); Caio e Loco Abreu.

Técnico: Joel Santana

Duque de Caxias: Erivelton, Lucão, Fábio Braz e Marlon; Juninho (Dudu), Antônio (Vítor), Lenon, Lenílson e Ari; Geovane Maranhão (Felipe Canavan) e Somália

Técnico: Arthur Bernardes

Gols do Botafogo: Loco Abreu, de pênalti, aos 33, e Caio, aos 36 do segundo tempo

Gol do Duque de Caxias: Somália, aos 42 minutos da etapa inicial

Local: Engenhão (RJ)

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique

Cartão Amarelo: João Filipe, Marcelo Mattos, Loco Abreu (Botafogo); Somália, Antônio, Lenílson, Marlon, Lenon, Lucão (Duque de Caxias)

2010 se repete: Torcida jogou contra e atrapalhou a equipe o tempo todo!