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Como é difícil fazer gols…

23/07/2011

A famosa frase que estava sumida retornou cedo neste Campeonato Brasileiro… Não, não essa que você está pensando e que diz: “Tem certas coisas que só acontecem ao Botafogo!” Acredito que ainda seja cedo para entoar esse mantra, mas o verdadeiro “Quem não faz, leva!” apareceu na Arena da Baixada. Foi um incrível festival de gols perdidos e outra vez consagramos o goleiro adversário e de quebra ressuscitamos o quase enterrado Atlético-PR.

Quantos gols perdidos! Não consegui sequer contar todas as oportunidades e que relato somente as mais claras. Alexandre Oliveira obrigou o goleiro a uma defesa fantástica, mas depois, sozinho, livre, sem impedimento, cabeceou uma bola na trave! Imperdoável! Antônio Carlos perdeu gol na pequena área, sem marcação e novamente de cabeça! A pressão botafoguense poderia ter se transformado em goleada se em campo tivesse um jogador com intimidade para balançar as redes adversárias! Por onde anda o Túlio Maravilha?

O adversário não teve esse problema. Com um futebol limitado, na base do chutão e do bumba-meu-boi, o Furacão contou o oportunista Morro Garcia para empurrar a bola para dentro. Simples assim. De que adianta posse de bola, toque bonito, inversão de jogo, mudanças táticas… Para quê? O importante no futebol não é a vitória? Não é o resultado? O time parou de fazer gols, mas não de levar. Foram quatro gols sofridos em duas partidas e apenas um anotado. Aliás, golaço do garoto Alex que mostrou ser mais matador do que o time todo. Derrota injusta? Outra vez?

Descalibrado? Elkeson não finalizou com perigo em nenhum momento!

Antes da falência do sistema ofensivo, o Botafogo estava em 3º lugar e agora, quatro rodadas depois, pode cair para oitavo e muito longe da zona de classificação da Libertadores. Caio Júnior armou bem a equipe, fez as alterações certas, mas o lado esquerdo parece que nunca irá se acertar. As jogadas dos dois gols foram por aquele setor em falhas de marcação de Márcio Azevedo e depois de Somália. Algo precisa ser feito para melhorar a equipe por ali e desde já adianto que não será com um esquema com três zagueiros!

Loco Abreu pode comemorar o título da Copa América amanhã – ou não – mas precisa voltar correndo para General Severiano e entrar em campo contra o Avaí nesta quarta! Nada de folga e nada de férias porque aqui é “Nada de Gols!” Nesse tempo, o Túlio já teria marcado uns dez gols contra Bahia, Atlético-GO, Corinthians e Atlético-PR! E falo isso sem medo de errar!

Vamos, FOGO!

Maicosuel melhorou na segunda etapa, mas está longe de ser "O Mago!"

Ficha Técnica:

11ª Rodada: Atlético-PR 2 x 1 Botafogo (23/07/2011)

Atlético-PR: Renan Rocha; Edílson, Gustavo, Fabrício e Paulinho; Deivid, Cleber Santana, Kleberson (Fransérgio), Marcinho (Branquinho) e Madson; Morro García (Edigar)

Técnico: Renato Gaúcho

Botafogo: Jefferson; Alessandro, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Felipe Menezes); Marcelo Mattos, Renato, Elkeson e Maicosuel; Léo (Somália) e Alexandre Oliveira (Alex)

Técnico: Caio Júnior

Gols do Atlético-PR: Morro Garcia, aos 39 do primeiro tempo e aos 28 do 2º

Gol do Botafogo: Alex, aos 43 minutos da etapa final

Local: Arena da Baixada (PR) / Público: 12.740 pagantes / Renda: R$ 206.510,00

Árbitro: Paulo Cesar Oliveira (SP)

Cartão Amarelo: Gustavo Araújo, Deivid e Fransérgio (Atlético-PR), Antônio Carlos e Márcio Azevedo (Botafogo)

Cartão Vermelho: Marcelo Mattos (Botafogo)

O início da escalada!

28/05/2011

Caio Júnior não tinha alternativa a não ser colocar o jovem Elkeson, recém contratado junto ao Vitória, para começar a partida de hoje contra o Santos. A derrota na estreia, combinada com a péssima atuação do setor ofensivo, obrigou o treinador a ousar na escalação do time. Sem poder contar com Loco Abreu e Herrera, suspensos, e com poucas opções no banco de reservas, o Botafogo foi presa fácil para o Palmeiras de Felipão e nova derrota, agora em casa, iria deixar a torcida mais irritada e impaciente ainda – se é que isso é possível! Vencer logo no início do campeonato é fundamental para tirar o peso da equipe e não criar a famosa frase que os comentaristas esportivos amam usar: “O time busca a primeira vitória na competição”.

Maicosuel, Evérton e Elkeson se movimentaram pelos lados do campo e tentaram municiar o ataque formado apenas pelo garoto Alex que, mesmo não jogando bem, conseguiu segurar mais a bola na frente do que fez Caio no jogo de estreia. A equipe formou uma espécie de losango no meio de campo e os quatro jogadores ofensivos trocaram de posição constantemente para confundir a zaga santista. Maicosuel começou centralizado e antes do intervalo trocou de lugar com Elkeson que foi mais perigoso jogando de frente para o gol de Aranha do que aberto na ponta-direita. Já Evérton fez um lado esquerdo forte com o apoio eficiente de Bruno Cortês.

Marcelo Mattos e Lucas Zen se entenderam perfeitamente na marcação, deram um toque de classe na saída de jogo e ainda conseguiram se aventurar em jogadas ofensivas. A volta dos zagueiros titulares deve ser muito comemorada pela torcida, já que Antonio Carlos e Fábio Ferreira têm um ótimo entrosamento e a prova disso foi o solitário gol alvinegro que começou com um leve desvio de Antonio Carlos e acabou no bonito arremate de Fábio Ferreira.

Alegria! Operação no joelho e oito meses sem jogar? Pode comemorar!

Esse novo Botafogo irá se encaixar perfeitamente com Herrera, e depois da Copa América com Loco Abreu, pelas jogadas trabalhadas buscando a linha de fundo e bom toque de bola perto do gol adversário. Bruno Cortês jogou tudo o que o Márcio Azevedo se recusou a jogar e, se não cair nas tentações e ilusões da fama, pode ser titular absoluto da lateral-esquerda. Alessandro fez um bom jogo, não comprometeu e deve ser um reserva competente para Lucas.

Os meninos Cidinho, Alex, Tiago Gallardo e Willian precisam de treino e um melhor preparo físico para suportar o ritmo do Campeonato Brasileiro. Os gols perdidos contra o Santos quase custaram os três pontos e Caio Júnior sabe que ainda não poderá contar com eles para mudar o andamento de uma partida.

O ataque, antes solução, agora é um problema. A volta de Herrera já na próxima rodada permitirá que Maicosuel atue como gosta, de frente para o gol e sem precisar girar o tempo todo para sair da marcação dos zagueiros adversários. Caio Júnior errou ao tirar o estreante Elkeson do jogo e deixar a equipe sem um finalizador, forçando o Mago a jogar de costas para o goleiro. O castigo quase veio no fim com uma bomba de Maikon Leite no canto direito de Jefférson – que só olhou e torceu. Herrera cabeceia bem, nunca desiste das jogadas e irá preocupar mais o técnico do Ceará do que os jovens Caio e Alex preocupariam.

A vitória sobre o Santos, além dos três pontos, vai dar a tranquilidade necessária que o elenco precisa para trabalhar firme nessa semana e depois encarar a boa equipe do Ceará fora de casa!

Vamos, FOGO!

Nota 6? Velocidade, chutes a gol, bons passes e desenvoltura na estreia!

Ficha Técnica:

2ª Rodada: Botafogo 1 x 0 Santos (28/05/2011)

Botafogo: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês; Lucas Zen, Marcelo Mattos, Everton (Cidinho), Maicosuel e Elkeson (Tiago Galhardo); Alex (Caio)

Técnico: Caio Júnior

Santos: Aranha, Bruno Aguiar, Vinícius e Bruno Rodrigo; Pará, Possebon, Charles (Roger Gaúcho), Alan Patrick (Rychely) e Alex Sandro; Tiago Alves (Maikon Leite) e Keirrison

Técnico: Muricy Ramalho

Gol do Botafogo: Fábio Ferreira, aos minutos da etapa inicial

Local: Engenhão (RJ) / Público: 8.662 presentes / Renda: R$ 143.110,00

Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR)

Cartão Amarelo: Tiago Galhardo (Botafogo); Alex Sandro, Bruno Rodrigo, Vinícius (Santos)

Palermo é o nome do jogo!

23/06/2010

Apesar do nome, Palermo é o maior artilheiro do Boca Juniors

No Brasil, Martín Palermo ficou conhecido pelos três pênaltis perdidos, no mesmo jogo, contra a Colômbia, na Copa América de 1999, mas para a imprensa argentina, para os torcedores do Boca Juniors e para Diego Maradona, Palermo é ídolo. Com a classificação mais do que assegurada para a próxima fase, o técnico argentino resolveu presentear Palermo com sua primeira participação em Copa do Mundo, mas não imaginava que o presente seria tão completo.

Aos 37 anos, Palermo nunca havia disputado uma partida de Copa do Mundo e a intenção de Maradona era dar esse presente ao goleador, mas os deuses do futebol retribuíram a gentileza de Don Diego com um gol de puro oportunismo, um gol de artilheiro, um gol de Palermo.

Maradona já vibrou muito com os gols de Palermo pelo Boca Juniors

O folclórico atacante começou a carreira no Estudiantes e foi levado em 1997 para o Boca Juniors a pedidos de Maradona e aposta se mostrou acertada: Palermo marcou os dois gols da vitória de 2 a 1 sobre o Real Madrid que deram o título do Mundial de Clubes de 2000 aos argentinos. Com o sucesso, o jogador se transferiu para a Europa onde atuou pelo Villareal, Bétis e Desportivo Alavés, mas sem o mesmo desempenho mostrado em gramados argentinos.

O Boca Juniors apostou novamente no faro do artilheiro e repatriou o jogador em 2004. Palermo iniciou uma incrível era de títulos que incluem o Bicampeonato da Copa Sul-Americana em 2004 e 2005, o Bicampeonato da Recopa Sul-Americana em 2005 e 2006, a Copa Libertadores de 2007 e outra Recopa em 2008.

No dia 12 de abril de 2010, contra o Arsenal, pelo campeonato argentino, Palermo anotou dois tentos na goleada por 4 a 0 e chegou a marca de 220 gols com a camisa do Boca e entrou para a história como o goleador máximo do clube. O gol de Palermo contra a Grécia, aos 43 minutos do segundo tempo, foi a consagração definitiva de um artilheiro que precisa ser revisto pelos críticos e torcedores brasileiros.

Argentina vence os três jogos e consegue 100% de aproveitamento

Ficha técnica:

Argentina 2 X 0 Grécia

Argentina: Romero; Otamendi, Burdisso, Demichelis e Clemente Rodríguez; Bolatti, Verón e Maxi Rodríguez (Di María); Messi, Agüero (Pastore) e Milito (Palermo)

Técnico: Diego Maradona

Grécia: Tzorvas; Karagounis, Vyntra, Papadopoulos e Torosidis (Patsa); Moras, Sokratis, Tziolis, Katsouranis (Ninis) e Spyropoulos; Samaras

Técnico: Otto Rehhagel

Gols da Argentina: Demichelis, aos 33, e Palermo, aos 43 da etapa final

Estádio: Peter Mokaba, Polokwane

Data/hora: 22/06/2010 – 15h30m (de Brasília)

Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)

Auxiliares: Rafael Ilyasov e Bakhadyr Kochkarov (UZB)

Cartão Amarelo: Katsouranis (GRE)

Kim Jung Woo vibra com o gol de empate contra a Nigéria

Empate garante vaga para a Coréia do Sul

Em jogo tenso e movimentado, A Coréia do Sul eliminou a terceira seleção africana da Copa do Mundo 2010. A Nigéria pagou caro pelos erros cometidos contra a Grécia e deu um adeus prematuro ao mundial. Depois do vexame da Coréia do Norte que tomou 7 a 0 de Portugal, os sul-coreanos entraram com disposição redobrada para conseguir a sonhada classificação.

Os primeiros jogos das oitavas de final já foram desenhados:

Uruguai x Coréia do Sul = sábado, 26/06, 11h

Argentina x México = domingo, 27/06, 15h30m

A decepção dos jogadores nigerianos com a desclassificação no mundial

Classificação do Grupo B:

Seleção Pontos Jogos Vitória Empate Derrota GP GC Saldo
Argentina 9 3 3 0 0 7 1 6
Coréia do Sul 4 3 1 1 1 5 6 -1
Grécia 3 3 1 0 2 2 5 -3
Nigéria 1 3 0 1 2 3 5 -2

Ficha técnica:

Coréia do Sul 2 X 2 Nigéria

Coréia do Sul: Jung Sung-Ryong; Cha Du-Ri, Yong-Hyung, Jung-Soo e Young-Pyo; Ki Sung-Yueng (Kim Jae-Sung), Kim Jung-Woo, Chung-Yong e Park Ji-Sung; Yeom Ki-Hun (Kim Nam-Il) e Park (Dong-Jin)

Técnico: Huh Jung Moo

Nigeria: Enyeama; Odiah, Yobo (Echiejile), Shittu e Afolabi; Ayila, Etuhu, Obasi e Uche; Kanu (Martins) e Aiyegbeni (Obinna)

Técnico: Larg Lagerback

Gols da Coréia do Sul: Lee Jung-Soo aos 38 do primeiro tempo e Park Chu-Young aos 3 do segundo

Gols da Nigéria: Uche aos 12 iniciais e Aiyegbeni aos 23 minutos do segundo tempo

Estádio: Durban Stadium, em Durban

Data/hora: 22/06/2010 – 15h30m (de Brasília)

Árbitro: Olegário Benquerença (POR)

Auxiliares: Bertino Miranda e José Cardinal (POR)

Cartão Amarelo: Enyeama, Ayila, Obasi (NIG); Kim Nam-Il (COR)

Maradona agora vai encarar o México do veterano Blanco

É preciso saber vencer!

22/06/2010

Será que o Dunga um dia aprenderá a vencer?

A bela vitória da seleção brasileira e até mesmo os golaços do Luís Fabiano e a injusta expulsão de Kaká ficarão em segundo plano, pois o foco deste texto é a inexistente capacidade de adaptação do técnico brasileiro Dunga. Aprendemos na escola que é preciso saber perder. Algumas pessoas vieram ao mundo para vencer ou vencer, e aprendem rápido como se portar na derrota e como se portar na vitória.

Dunga recebeu toda a carga da derrota da seleção na Copa do Mundo de 90 e “A Era Dunga” o perseguiu durante quatro anos. A imprensa o perseguiu durante quatro anos. A volta por cima aconteceu em grande estilo e Carlos Caetano Bledorn Verri entrou para a eterna galeria dos vencedores no futebol brasileiro. Dunga (1994), Cafu (2002), Bellini (1958), Mauro (1962) e Carlos Alberto (1970) estão eternizados na mente dos torcedores brasileiros e nada pode tirar essa vitória do sisudo volante.

Em 1994, Romário e Branco observam Dunga com a Taça Fifa

Comandando a seleção brasileira, Dunga foi Campeão da Copa América, Campeão da Copa das Confederações e classificou o Brasil em primeiro lugar nas eliminatórias sul-americanas, ou seja, venceu tudo o que disputou e convocou quem quis para a Copa do Mundo. Após duas vitórias e uma boa atuação diante da forte Costa do Marfim do artilheiro Drogba, Dunga perdeu o pouco de compostura que lhe restara e desandou a xingar o apresentador Alex Escobar da Rede Globo.

Não entro aqui no mérito do que o Escobar fez para merecer palavras tão gentis, a defesa diz que ele falava ao telefone com outro colega de emissora, o que impressiona é o destempero e a falta de postura do técnico da seleção brasileira. Ele estava nervoso daquela maneira depois de uma vitória… já imaginaram o que ele fará diante de uma possível eliminação no mata-mata?

Imagem rara, muito rara: Dunga com sorriso largo!

Esse episódio me fez lembrar uma cena do filme “Um drink no Inferno” (From dusk till dawn, 1996), escrito por Quentin Tarantino e dirigido por Robert Rodriguez – infelizmente esse filme não foi lançado em DVD no Brasil. Na referida cena, um dos personagens consegue escapar do cerco policial e fugir para o México. Ao chegar num bar para comemorar, Seth arruma confusão com o primeiro que aparece e está pronto para mais uma briga. O personagem de Harvey Keitel que o acompanha pergunta:

– Você está tão acostumado a perder que não percebe quando ganhou?

Pois essa pergunta poderia ser feita ao técnico da seleção brasileira:

– Dunga, você está tão acostumado a perder que não percebe quando está ganhando?

Ficha técnica:

Brasil 3 X 1 Costa do Marfim

Brasil: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto SIlva, Felipe Melo, Elano (Daniel Alves); e Kaká; Robinho (Ramires) e Luis Fabiano

Técnico: Dunga

Costa do Marfim: Boubacar Barry, Demel, Kolo Touré, Zokora e Tiéné; Yaya Touré, Eboué e Tioté; Dindane (Gervinho), Drogba e Kalou (Keita)

Técnico: Sven-Goran Eriksson

Gols do Brasil: Luis Fabiano, aos 24 minutos iniciais, e aos seis do segundo tempo; Elano, aos 17 minutos da segunda etapa

Gol da Costa do Marfim: Drogba, aos 33 minutos da etapa final

Estádio: Soccer City, em Joanesburgo / Público: 84.455

Data/hora: 20/06/2010 – 15h30m (de Brasília)

Árbitro: Stephane Lannoy (FRA)

Auxiliares: Eric Dansault e Laurent Ugo (FRA)

Cartão Amarelo: Tiéné, Keita, Tioté (Costa do Marfim) e Kaká (Brasil)

Hum, sem comentários...

Portugal aplica a maior goleada da Copa do Mundo 2010!

A média de gols da primeira rodada foi decepcionante, 1,5 gol/jogo, e apenas a goleada da Alemanha, 4 a 0 na Austrália, deu trabalho para os editores de imagem. A seleção portuguesa decidiu abrir a caixa de ferramentas e desceu o sarrafo na Coréia do Norte: 7 a 0.

A preocupação agora é com a segurança dos jogadores norte-coreanos, já que não sabemos qual a reação do ditador Kim Jong Il ao resultado da humilhante partida. Foi a primeira vez que a seleção jogou com transmissão ao vivo para o país.

Classificação do Grupo G:

Seleção Pontos Jogos Vitória Empate Derrota GP GC Saldo
Brasil 6 2 2 0 0 5 2 3
Portugal 4 2 1 1 0 7 0 7
Costa do Marfim 1 2 0 1 1 1 3 -2
Coréia do Norte 0 2 0 0 2 1 9 -8

Cristiano Ronaldo faz malabarismo com a bola antes do gol

Ficha técnica:

Portugal 7 X 0 Coréia do Norte

Portugal: Eduardo, Miguel, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Fabio Coentrão; Pedro Mendes, Raul Meireles (Miguel Veloso) e Tiago; Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida (Liedson) e Simão (Duda)

Técnico: Carlos Queiroz

Coréia do Norte: Myonge Guk, Jong Hyok (Song Chol), Chol Jin, Jun Il, Nam Chol (Kum Il) e Kwang Chon; In Guk (Yong Jun), Yun Nam, Yong Jo e Yong Hak; Tae Se

Técnico: Kim Jong Hun

Gols de Portugal: Raul Meireles, aos 29 iniciais; Simão, aos oito, Hugo Almeida, aos nove, Tiago, aos 12, Liedson, aos 35, Cristiano Ronaldo, aos 42, e Tiago, aos 44 do segundo tempo

Estádio: Green Point, na Cidade do Cabo

Data/hora: 21/06/2010 – 8h30m (de Brasília)

Árbitro: Pablo Pozo (CHI)

Auxiliares: Patrício Basualto (CHI) e Francisco Mondria (CHI)

Cartão Amarelo: Pedro Mendes e Hugo Almeida (Portugal); Pak Chol Jin e Yong Jo (Coreia do Norte)

Cartão Vermelho: Kaká (Brasil)

Cristiano Ronaldo é só alegria com a goleada portuguesa