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Até tu, Loco?

24/02/2012

O Botafogo não jogou bem, ok. O Fluminense dominou as ações ofensivas na etapa final, ok, concordo. Mas já que abrimos a vantagem num contra-ataque, aos 28 minutos do segundo tempo, e eles teriam obrigatoriamente que atacar sem parar nos últimos quinze minutos de jogo, cedendo assim mais terreno para o contragolpe, qual o sentido em tirar um meia-atacante e colocar um jogador de contenção? Não entendi a entrada do Lucas Zen no lugar do Elkeson. O Oswaldo pode ficar explicando horas e horas, com telão, quadro-negro, giz, o que ele quiser, mas não irá me convencer!

Treinador não perde pênalti, eu sei, mas perde jogo! Que fique a lição!

O Caio, atacante de velocidade e dribles curtos, estava na beira do campo para entrar no jogo. Elkeson estava com dores na panturrilha após entrada dura de Carlinhos e sua saída era certa. Ao ver o gol e a vantagem no placar, Oswaldo abriu a prancheta e apelou para o São Joel das Retrancas Invioláveis! O Lucas Zen é um bom jogador, formado na base e que pode substituir a dupla de volantes sem nenhuma preocupação por parte do torcedor, mas não era jogo para ele naquele momento. Ali, era a entrada do Caio para puxar os contra-ataques e ampliar o marcador ou o Felipe Menezes para encorpar o meio de campo, liberar o Andrezinho e dar aquele passe preciso para o segundo gol.

O treinador alvinegro abriu mão do jogo cedo demais, desistiu de atacar e estava satisfeito com o magro 1 a 0 numa partida decisiva que ditaria o ritmo do time e a relação do Botafogo com sua torcida. Era momento exato e o adversário perfeito para resgatar a confiança do torcedor e incendiar o Engenhão na final contra o Vasco. E o que acontece? Medo, apatia e preguiça. Essa foi a tônica do Botafogo na reta final do Campeonato Brasileiro e o que os jogadores fizeram ontem são um reflexo da falta de coragem do comando técnico. Ao colocar o Caio no lugar do Marcelo Mattos – não dava pra sacar o Lucas Zen como no clássico contra o Flamengo, né? – após o gol de empate tricolor, Oswaldo assinou a confissão de burro.

Olha o agarra-agarra ali no Antônio Carlos. Isso não é pênalti não?

Não importa se o Fluminense estava melhor em campo e sim que o gol de empate só ocorreu devido a um erro grosseiro da zaga botafoguense. A linha burra de impedimento não é a forma mais eficiente do mundo para impedir as bolas alçadas na área, mas funciona vez ou outra quando bem treinada e ontem já mostrava sinais de fraqueza pelo lado esquerdo. Márcio Azevedo fez uma boa partida, mas os dois erros na hora de fazer a linha custaram caro ao time. Não é possível que o Oswaldo, um treinador que se diz amante da tecnologia, não coloque um candango em frente à TV, em casa mesmo, e com o celular o informe do erro grosseiro que aconteceu minutos antes?! Não entendo.

Por fim, lamentavelmente, devo dedicar algumas palavras à má fase do Loco Abreu. Não é possível um cara que se notabiliza pela frieza e extrema categoria na bola parada perder um pênalti como aquele. Nas últimas quatro cobranças, o artilheiro só converteu uma. Algo está errado aí e já começo a ficar com a pulga atrás da orelha. A batida foi fraca, desinteressada e o pior, foi no canto preferido do goleiro tricolor. Será que ele não observou que das quatro cobranças anteriores o Cavalieri pulou para a esquerda em três?

O título era obrigação e a Taça Guanabara estava ao alcance das mãos, já que o Vasco não seria um adversário mais complicado do que foi o Fluminense. Bem, agora é focar na Copa do Brasil e entrar firme na Taça Rio.

Vamos, Fogo!

Ao menos uma notícia positiva: Elkeson reencontrou o bom futebol!

Ficha Técnica:

Semifinal: Botafogo 1 x 1 Fluminense (23/02/2012)

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos (Caio), Renato, Andrezinho e Elkeson (Lucas Zen); Herrera e Loco Abreu

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Fluminense: Cavalieri; Bruno (Rafael Moura), Leandro Eusébio, Anderson e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Deco (Jean) e Thiago Neves; Fred e Welington Nem (Araújo)

Técnico: Toninho Andrade

Gol do Botafogo: Elkeson, aos 28 minutos do segundo tempo

Gol do Fluminense: Leandro Eusébio, 34 da etapa final

Local: Engenhão (RJ)

Árbitro: Péricles Bassols (RJ)

Cartão Amarelo: Antônio Carlos (Botafogo) e Edinho (Fluminense)

Pênaltis Convertidos: Andrezinho, Herrera e Renato

Pênaltis Perdidos: Lucas e Loco Abreu

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Missão cumprida!

18/02/2012

O planejamento da diretoria de futebol e da comissão técnica do Botafogo era classificar o time para as semifinais da Taça Guanabara. Com o objetivo garantido neste sábado de carnaval resta saber como Oswaldo de Oliveira irá escalar o Fogão para o clássico contra o Fluminense. Loco Abreu não tem data para retornar, Andrezinho deve ser vetado novamente e agora perdemos Maicosuel, com uma lesão ainda não confirmada na coxa direita. São baixas consideráveis para uma equipe em formação, mas com tempo de treinamento seria possível arrumar uma alternativa. Tempo?

A vaga foi garantida hoje, sábado, e a semifinal já será na quinta, ou seja, daqui a cinco dias, sem tempo nenhum para recuperar os jogadores ou treinar um novo esquema tático. Bem, mas essas são as regras do jogo, não? Um calor de quase 40º, partida marcada para 16:20h – qual o motivo? – e o comentarista da TV ainda consegue ter a cara de pau de mandar: “Ah, um jogo nesse horário não pode ter movimentação ou um bom índice técnico”. Como assim? É a própria emissora onde ele trabalha quem determina os horários dos jogos. É muita sacanagem…

Herrera já balançou as redes quatro vezes na Taça Guanabara

O grupo não é tão forte a ponto de absorver a perda de três titulares desse nível, mas Herrera mostrou que pode ser o primeiro atacante na ausência de Abreu e Felipe Menezes calou a torcida com um lindo gol de letra. Golaço! E o Maicosuel? Não sei como o treinador irá recompor a falta do camisa 7 alvinegro. Maicosuel é parte fundamental do esquema 4-2-3-1. É ele quem fecha os espaços quando o time é atacado e ainda consegue ser uma válvula de escape em alta velocidade nos contra-ataques. Elkeson não é tão veloz e também não tem a consciência tática adquirida pelo Mago na temporada alemã. Cidinho é ainda uma promessa e o jogá-lo aos leões no clássico pode ser prematuro.

A solução seria a entrada de Alex, típico artilheiro, na frente e recuar Herrera para a habitual posição de segundo atacante pelas pontas. O 4-2-3-1 viraria um tradicional 4-4-2 e o time teria o controle do meio de campo com Elkeson, Felipe Menezes, Renato e Marcelo Mattos. só tem um “porém” nisso tudo: Alex foi emprestado ao Joinville até o fim do ano… E aí? Será que o Caio pode voltar a ser o xodó da torcida? Hoje ele não entrou, mas o jogador tem velocidade para fazer a função de Maicosuel, mas ele estará disposto a se sacrificar pelo esquema e pelo time?

São muitas questões e problemas circulando na cabeça do técnico Oswaldo de Oliveira neste carnaval, mas é certo que não faltará emoção no Clássico Vovô! A torcida do Fogão deve confiar no ótimo retrospecto contra o Fluminense e apoiar o time nessa partida decisiva!

Vamos, Fogo!

Imagem que nenhum torcedor gosta de ver: Maicosuel saindo machucado

Ficha Técnica:

7ª Rodada: Macaé 0 x 3 Botafogo (18/02/2012)

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos (Brinner), Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel (Cidinho), Felipe Menezes (Lucas Zen) e Elkeson; Herrera

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Macaé: Luís Henrique; Valdir, Ramon, Douglas Assis e Gérson; Gedeil (Bruno Barra), Wagner, Norton (Tiago Lima) e Wallacer; Pipico e Alexsandro (Josiel)

Técnico: Toninho Andrade

Gols do Botafogo: Herrera, aos 27, Felipe Menezes, aos 37 da etapa inicial, e Elkeson, aos 42 minutos do segundo tempo

Local: Moacyrzão (Macaé)

Árbitro: Péricles Bassols (RJ)

Cartão Amarelo: Pipico (Macaé); Elkeson e Maicosuel (Botafogo)

 

6ª Rodada: Botafogo 4 x 1 Bonsucesso (11/02/2012)

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antonio Carlos, Fabio Ferreira e Marcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel (Cidinho), Felipe Menezes (Herrera) e Elkeson (Lucas Zen); Loco Abreu

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Bonsucesso: Saulo; Ranieri (Dráuzio), Admilton, Gomes e Dieguinho; Ricardo Bóvio, Márcio Guerreiro, Márcio Goiano e Alex (Juninho); Diogo e Adriano Magrão (Jefferson)

Técnico: Wilson Gottardo

Gols do Botafogo: Maicosuel, aos 42 minutos iniciais, Loco Abreu, aos 2, e Herrera, aos 27 e 45 do segundo tempo

Gol do Bonsucesso: Adriano Magrão, aos 11 minutos da etapa final

Local: Engenhão (RJ)

Árbitro: Maurício Machado Coelho Junior (RJ)

Cartão Amarelo: Maicosuel (Botafogo), Gomes, Alex e Dieguinho (Bonsucesso)

Uma análise das entrevistas

09/02/2012

Já temos tranquilidade para trabalhar!” Essa foi a frase mais ouvida no Engenhão após a vitória de ontem sobre o Olaria. Os jogadores e a comissão técnica fizeram questão de frisar que o ambiente é bom, o clima pacífico e que os três empates seguidos não estavam atrapalhando a concentração do pós-jogo. Pensamento positivo e discurso espanta-crise fazem bem num momento como esse, mas a verdade era que a sequência estava incomodando e muito.

Goleada veio no momento certo, mas bem que poderia ter sido no domingo...

Antônio Carlos, um dos líderes do elenco, explicou a demora do time para entrar em campo para o primeiro tempo: “Foi a nossa corrente. A cobrança. Aqui cada um cobra o outro. Temos que sair dessa situação.” É uma situação incômoda sim, Antônio Carlos. Se no Campeonato Brasileiro uma sequência de três empates gera uma leve crise, imaginem no Cariocão, ou melhor, Carioquinha! O quarto lugar no Grupo A foi o resultado direto dos erros nas finalizações e esses erros não são de agora, são uma herança da precipitação e do nervosismo implantados por Caio Júnior – e que agora podem ser vistos no Grêmio.

É possível apontar um culpado? Loco Abreu tratou de se apresentar. O uruguaio perdeu um pênalti na estreia e desperdiçou várias oportunidades contra Resende, Nova Iguaçu e Madureira. E o jogo passado? Não me esqueci. O matador alvinegro podia ter escrito seu nome outra vez nos grandes clássicos e a goleada de hoje poderia ter vindo diante do time da Gávea. Abreu explica:  “O jogo contra o Flamengo foi bom. Faltou que eu caprichasse mais no último toque. Deixei escapar três oportunidades. Hoje a equipe foi muito bem, ganhou de forma tranquila, se impôs. A vantagem dos gols é boa para a briga pela classificação também.” Então está explicado.

Elkeson reencontra o bom futebol e é aplaudido no Engenhão!

Recuperamos um jogador muito importante!” A sentença do treinador botafoguense precisar ser direcionada. Quem é o jogador em questão? Maicosuel que estava devendo uma boa atuação? Elkeson que não balançava as redes desde o fim do primeiro turno do BR-11? Ou o Márcio Azevedo que estava na lista de dispensados no início do ano? Acredito que os três se encaixam nesse perfil. Maicosuel jogou bem, fez gol e deixou o Loco na boa para fazer o quarto da goleada. Elkeson desencantou balançando as redes duas vezes, tentou dribles e fez o lançamento para o quinto gol. E o nosso lateral-esquerdo? Márcio Azevedo teve outra boa atuação, seguro na defesa, dando botes precisos, puxando contra-ataques, e sobrando na parte física.

Para fechar uma última análise sobre a notícia de hoje cedo: “Aumentamos nossa receita em 20%.” O diretor-executivo Sérgio Landau comemora o aumento nas receitas com o patrocínio que beiram a casa dos R$ 30 milhões/ano. E o Engenhão? Pode gerar mais receitas? Ainda é deficitário? Ontem o público pagante foi ridículo, 1.738, com mais de 3 mil presentes e uma arrecadação de R$ 31.100,00. Não posso reclamar da torcida. Calor de 38ºC, jogo no fim de tarde, dia de trabalho, engarrafamento, trem lotado, Ufa! Quem esteve no Engenhão foi herói e mereceu a goleada.

Vamos, Fogo!

Não adianta reclamar! Não existe pênalti contra o Flamengo...

Ficha Técnica:

5ª Rodada: Botafogo 5 x 0 Olaria (08/02/2012)

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos (Lucas Zen), Renato, Maicosuel, Andrezinho (Felipe Menezes) e Elkeson; Loco Abreu (Herrera)

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Olaria: Wanderson; Ivan, Diego, Thiago Eleutério e Amarildo; David, Moisés (Muniz), Siston e Pedrinho; Allan (Pará) e Vanilson (Claudir)

Técnico: Amilton Oliveira

Gols do Botafogo: Loco, aos 12 iniciais, Elkeson, aos 23 e aos 39 do primeiro tempo; Loco, aos 20, e Maicosuel, aos 43 da etapa final

Local: Engenhão (RJ)

Árbitro: João Batista de Arruda (RJ)

Cartão Amarelo: Marcelo Mattos (Botafogo), Moisés (Olaria)

Márcio Azevedo deu um baile pré-carnaval no Leonardo Moura. Cadê a Perlla?

4ª Rodada: Botafogo 0 x 0 Flamengo (05/02/2012)

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antonio Carlos, Fabio Ferreira e Marcio Azevedo; Marcelo Mattos (Lucas Zen/Caio), Renato, Maicosuel, Andrezinho e Elkeson (Herrera); Loco Abreu

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Flaemngo: Felipe; Léo Moura, Welinton, David e Junior Cesar; Willians, Luiz Antonio (Muralha), Renato e Bottinelli (Maldonado); Ronaldinho e Deivid (Negueba)

Técnico: demitido

Local: Engenhão (RJ)

Árbitro: Pathrice Maia (RJ)

Cartão Amarelo: Marcelo Mattos, Antonio Carlos, Marcio Azevedo e Maicosuel (Botafogo); Luiz Antonio, David Braz, Willians e Negueba (flamengo)

Cartão Vermelho: Williams (flamengo)

Notícias nada animadoras…

02/02/2012

A manutenção do elenco do ano passado poderia ser uma boa iniciativa da diretoria, mas a perda do lateral-esquerdo Cortês vendido para um clube brasileiro, e não por uma proposta irrecusável do futebol europeu, apenas deixou o torcedor com a pulga atrás da orelha. As contratações pontuais e cirúrgicas não aconteceram, os reforços ainda estão sendo analisados e a última informação divulgada fala da vinda de Fellype Gabriel… Como assim? Isso mesmo: Felype Gabriel… Aquele mesmo, magrinho, sem-sangue, framenguista e que nunca se firmou no futebol tupiniquim.

O elenco conta com Maicosuel, Elkeson, Andrezinho e Felipe Menezes para a função de meio-campo, mas quantos laterais mesmo? Apenas dois jogadores para a posição e a diretoria contrata um ex-framengo para compor o time. Precisamos de jogadores para suprir a carência da equipe e não de peso-morto. Espero reler essas linhas no fim de ano e ver como fui injusto com o Felype Gabriel, o autor do gol do título da Copa Sul-Americana… enquanto o futuro não chega ficamos com o presente.

Não é jogo para ele! Loco tentou, mas não conseguiu balançar as redes.

Não adianta reclamar do gramado, do calor, da bola, dos estádios horríveis, retranca, etc. Sempre foi assim no Campeonato Carioca e agora, sem o Maracanã, a situação fica mais grave já que o Engenhão será poupado de alguns jogos contra os times menores. Compreendo que deve ser difícil para jogadores calejados como Loco Abreu, Renato, Maicosuel, Herrera, Marcelo Mattos e tantos outros encararem a dificuldade de iniciante, de clube pequeno, de um quase amadorismo, mas esse é o futebol no Rio de Janeiro: 40º e muitas armadilhas no gramado ruim.

O Botafogo conseguiu não perder de Nova Iguaçu e Madureira nessas duas rodadas e se passar pelo Flamengo, no domingo, poderá assegurar a classificação para a semi-final da Taça Guanabara. Sim, apenas isso importa agora. O futebol vistoso os golaços, as jogadas ensaiadas podem esperar, pois o calendário não para, os jogos se sucedem e os resultados precisam aparecer. O esquema de jogo não funciona e o técnico Oswaldo de Oliveira terá trabalho para encaixar o seu estilo e ainda somar três pontos no meio do caminho.

A defesa que era o porto seguro dos tempos de Joel Santana parece ter desandado e o ataque, mortal com Caio Júnior, agora se mostra sem nenhuma inspiração, ou seja, muito treino, muita conversa e será preciso uma dose extra de suor por parte dos jogadores. E a torcida onde fica nessa equação? O torcedor tem que apoiar, incentivar e deixar a pressão para os adversários, mas espera um pouco, não será demais pedir isso ao torcedor alvinegro? Claro que sim e aí o desafio fica maior ainda.

Vamos, Fogo!

Direto do banco! Caio sofreu e Herrera cobrou o pênalti com perfeição!

Ficha Técnica:

3ª Rodada: Madureira 2 x 2 Botafogo (02/02/2012)

Madureira: Márcio; Tamaré, Pessanha, Thiago e Bill; Gilson, Michel (Heitor), Rodrigo e Bruno Reis; Maciel (Caio Cézar) e Diney (Alex)

Técnico: Luiz Cláudio

Botafogo: Jefferson; Lucas Zen (Lucas), Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel (Caio), Andrezinho e Elkeson (Herrera); Loco Abreu

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Gols do Madureira: Thiago, aos 27 iniciais, e Alex, aos 44 minutos da etapa final

Gols do Botafogo: Herrera, aos 29 do 2º tempo, e Rodrigo (contra), aos 38

Local: Conselheiro Galvão (RJ)

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Cartão Amarelo: Thiago, Tamaré, Rodrigo, Diney, Pessanha e Bill (Madureira); Lucas, Antônio Carlos e Herrera (Botafogo)

Ficou devendo: Andrezinho tenta, mas não reedita o bom futebol da estreia.

2ª Rodada: Nova Iguaçu 0 x 0 Botafogo (29/01/2012)

Nova Iguaçu: Jefferson; Marcelinho, Naylhor, Vagner Eugênio e Uallace (Chiquinho); Amaral, Luan, Mossoró (Paulo Henrique) e Dieguinho; Zambi e Leandrão (Lukian)

Técnico: Leonardo Condé

Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel (Caio), Andrezinho (Felipe Menezes) e Elkeson (Herrera); Loco Abreu

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Local: Moça Bonita (RJ)

Árbitro: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Cartão Amarelo: Uallace, Vagner Eugênio, Naylhor (NOI); Márcio Azevedo (Botafogo)